Investigação

Os resultados do ensaio de Fase III KEYNOTE-407 demonstram que pembrolizumab, o anti-PD1 da MSD, quando em combinação com quimioterapia, melhora significativamente a sobrevivência global no tratamento de primeira linha do cancro do pulmão de células não-pequenas metastático escamoso (CPCNP). As conclusões foram divulgadas na Reunião Anual 2018 da ASCO, que decorreu em Chicago entre 1 e 5 de junho, pela MSD.

 

A GlaxoSmithKline (GSK) apresentou no Congresso da American Thoracic Society 2018, que decorreu no final de maio na Califórnia, os resultados do estudo mais longo de um tratamento biológico anti-IL5 para a asma grave eosinofílica. A investigação demonstrou reduções consistentes das exacerbações e melhorias no controlo da patologia, associadas a um perfil de segurança similar ao dos estudos anteriores, em doentes com asma grave eosinofílica tratados com mepolizumab.  Um terço dos doentes, ou seja, um em cada três dos que participaram no estudo, tratados com mepolizumab não registaram exacerbações, embora a média de exacerbações à entrada no estudo tenha sido de 1.74 exacerbações por ano.

A MSD anunciou recentemente os resultados do KEYNOTE-189, um estudo piloto de Fase III que avalia pembrolizumab, terapia anti-PD-1 da MSD, em combinação com pemetrexed e cisplatina ou carboplatina para o tratamento de primeira linha do cancro do pulmão de células não-pequenas (CPCNP) metastático. Os resultados demonstraram que a combinação de quimioterapia pembrolizumab-pemetrexed-platina melhorou significativamente a sobrevivência global (OS), reduzindo o risco de morte para metade em comparação com a quimioterapia isolada.

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