Opinião

No que concerne à adesão terapêutica, a Medicina não deverá ser paternalista e “trazer os doentes ao colo”, no sentido de os forçar a fazer as terapêuticas prescritas e aconselhadas. Saber o que é melhor para o doente não nos dá o direito de impor tratamentos ou procedimentos. O papel dos médicos e dos profissionais de saúde, em geral, deverá ser o de fornecer informação sobre a doença e os tratamentos aconselhados e prestar todos os esclarecimentos solicitados pelos doentes e pelas famílias, por forma a que o doente possa decidir livremente, mas em consciência e na posse de todos os dados que poderão ter influência na sua resolução final.

Fumar mata. Muito. 6 milhões em todo o mundo. 12 mil em Portugal, isto é, 11% do total das mortes. O tabaco é um fator de risco comum às principais doenças crónicas: doenças cardiovasculares, cancro e doenças respiratórias. O tabaco é ainda a primeira causa (leu bem), a primeira causa de morte evitável. Em Portugal ainda fumam 1,8 milhões de pessoas. São factos conhecidos e que têm levado as autoridades de saúde a desenvolver estratégias integradas de combate ao tabagismo.

O tratamento do cancro do pulmão tem assistido a enormes evoluções nos últimos anos. A esperança de vida dos doentes tem vindo a aumentar, mesmo quando o diagnóstico ocorre em fases avançadas da doença. A descoberta de novos fármacos, dirigidos a subgrupos de doentes com neoplasias portadoras de mutações específicas, permite agora uma terapêutica personalizada.

“Os cidadãos Europeus respiram ar sem qualidade”. É com esta frase chocante que a Agência Europeia do Ambiente classifica a qualidade do ar e a exposição dos indivíduos à poluição na União Europeia, quer de origem natural quer antropogénica.

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